O Daycoval teve lucro recorrente de R$ 452,0 milhões no terceiro trimestre, com queda de 4,6% em três meses e de 4,7% em um ano. A receita de operações de crédito atingiu R$ 2,283 bilhões, com crescimento de 14,1% e 20,3% na mesma base de comparação. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE recorrente) ficou em 22,4%, de 25,1% e 24,3%. A carteira de crédito expandida chegou a R$ 80,107 bilhões, alta de 1,9% em três meses e expansão de 24,4% em um ano. A carteira de empresas atingiu R$ 54,672 bilhões, crescimento de 0,7% no trimestre e 23,8% em um ano. A carteira de varejo somou R$ 25,435 bilhões, com avanços de 4,7% e 25,6%. A inadimplência foi de 2,2% em setembro, de 2,1% em junho e 2,3% em setembro de 2025. A provisão para devedores duvidosos (PDD) atingiu R$ 506,2 milhões, alta de 35,2% no trimestre e 51,7% em um ano. “Em cenário de juros elevados e maior pressão sobre o custo do crédito, o Daycoval manteve postura seletiva na concessão e disciplina na gestão de riscos, contribuindo para a manutenção dos indicadores em patamares adequados”, afirma em nota Paulo Saba, diretor de tesouraria e relações com investidores do Daycoval. Segundo o banco, o aumento de capital de R$ 500 milhões, realizado em agosto e integralmente incorporado ao Capital Principal (CET1), contribuiu para o fortalecimento da estrutura de capital. Ao fim do terceiro trimestre, o índice de Basileia estava em 14,3%. Agência do Daycoval em São Paulo Victor Moriyama/Bloomberg
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