O Fairshake, principal super PAC da indústria cripto, alocou mais de US$12 milhões para a campanha de Barry Moore para uma cadeira no Senado pelo Alabama, marcando seu maior investimento em um único candidato para 2026. Moore garantiu a vitória nas primárias republicanas com aproximadamente 56% dos votos, demonstrando a eficácia da estratégia de influência política da indústria. Este mecanismo acelera a probabilidade de futuros quadros regulatórios mais amigáveis aos ativos digitais, reduzindo a incerteza que tem pesado sobre o setor. Consequentemente, ativos como BTC e ETH podem se beneficiar de uma maior adoção institucional e menor risco regulatório. O impacto para investidores brasileiros é indireto, mas positivo, pois a clareza regulatória nos EUA tende a valorizar o mercado global de criptoativos, impactando indiretamente ETFs como HASH11. A reação de grandes gestores de fundos e Smart Money será de antecipar um ambiente mais propício ao investimento em cripto. Um paralelo histórico pode ser traçado com a aprovação dos ETFs de Bitcoin spot em janeiro de 2024, que impulsionou o BTC em mais de 50% em dois meses, com US$12 bilhões em inflows. O próximo gatilho será o progresso de projetos de lei pró-cripto no Congresso americano, esperado para o final de 2026. No médio prazo, espera-se uma aceleração na institucionalização e valorização dos ativos digitais.
Nos próximos 6-12 meses, espera-se que o sucesso dos PACs pró-cripto impulsione a narrativa de um ambiente regulatório mais favorável nos EUA. Se a legislação de stablecoins ou clareza sobre tokens for aprovada no Congresso até o final de 2026, o BTC (atualmente em US$64,225) poderá testar a faixa de US$80.000-85.000, impulsionando COIN e MSTR em 20-30%.
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