F1: Os juros futuros encerraram o pregão de sexta-feira quase estáveis, apesar de um novo aperto monetário em uma economia desenvolvida que pressionou os mercados de renda fixa globais. F2: A estabilidade da taxa Selic mantém o custo de crédito alto, o que favorece a margem de juros dos bancos e penaliza setores sensíveis a financiamento, como imóveis e consumo. F4: No Brasil, a expectativa de manutenção da Selic impacta o real, a taxa de juros e a atratividade de renda fixa, reduzindo o apetite por ações e ativos de renda variável. F6: Em 2023, a elevação da taxa Selic para 13,75% resultou queda de cerca de 5% no IBOV nos dois meses seguintes. F7: O próximo gatilho será a divulgação dos indicadores de inflação e a evolução do cenário eleitoral nas próximas duas semanas. F8: Caso a taxa Selic permaneça estável, espera-se manutenção de alta nos bancos e continuidade de pressão baixa nos REITs e no índice, com volatilidade moderada no médio prazo.
Gatilho: divulgação dos indicadores de inflação e resultados das pesquisas eleitorais.
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