Em 28 de outubro de 2026, poucos dias antes do surpreendente segundo turno das eleições brasileiras, executivos de uma instituição financeira americana com presença no Brasil participaram de uma reunião virtual com diretores na matriz da empresa. Durante o encontro, foi discutido que a possível reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não geraria mudanças nas políticas econômicas brasileiras. A premissa central da reunião era que o alinhamento político entre a Casa Branca, sob a presidência de Donald Trump, e a família Bolsonaro permaneceria sem gerar rupturas que contaminassem a economia do Brasil.
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