A reportagem do Valor Econômico destaca que os medidores eletromecânicos, predominantes nas unidades consumidoras brasileiras, registram apenas o consumo mensal total, limitando a visibilidade do consumidor sobre a distribuição de energia por aparelhos e horários.
A definição do desfecho dependerá da aprovação dos prazos regulatórios para a universalização dos medidores inteligentes e da publicação dos editais de licitação para substituição dos equipamentos, previstos para o segundo semestre de 2027, bem como da efetiva liberação de tarifas de energia no mercado livre a partir de novembro de 2028.
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