A All-Party Parliamentary Group (APPG) no Reino Unido solicitou aos CEOs de grandes bancos explicações detalhadas sobre suas políticas de recusa de serviços a empresas e indivíduos com atividades em criptomoedas. Esta ação expõe um atrito regulatório crítico, pois a restrição de acesso bancário limita a liquidez e o fluxo de capital entre o mercado tradicional e o digital, elevando custos operacionais e de compliance. A medida, se não resolvida, pode impactar negativamente o volume de transações em BTC, ETH e o desempenho de exchanges como COIN e plataformas RWA como ONDO. Para o investidor, a dificuldade no acesso a serviços bancários no Reino Unido pode desincentivar a alocação em ativos digitais, desviando capital para mercados mais integrados. Em 2018, o Banco da Inglaterra emitiu alertas sobre a exposição de bancos a cripto, levando a uma postura conservadora similar à atual, embora sem a mesma pressão legislativa para reavaliação. O próximo passo a monitorar é a resposta formal dos bancos e a possível emissão de diretrizes claras por reguladores financeiros do Reino Unido nos próximos 3-6 meses. No médio prazo, a resolução deste impasse pode impulsionar a adoção institucional de cripto no Reino Unido, transformando-o em um hub ou, caso contrário, consolidar o capital em jurisdições mais amigáveis.
Nas próximas 4-8 semanas, a resposta dos CEOs dos bancos do Reino Unido será o principal catalisador. Se houver sinalização de flexibilização, BTC ($64,001) e ETH ($1,875) podem testar resistências de $68,000 e $2,000, respectivamente. No médio prazo (3-6 meses), a clareza regulatória pode posicionar o Reino Unido como um player global, impulsionando a adoção institucional e beneficiando tokens RWA como ONDO.
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