A Comissão de Serviços Financeiros (FSC) da Coreia do Sul pediu que as exchanges domésticas aumentem a proporção de cripto de clientes mantida em carteiras frias, monitorem continuamente depósitos e retiradas, ampliem equipes de resposta a incidentes e relatem prontamente tentativas de acesso anômalo. A medida foi anunciada em comunicado de 3 de novembro, após reunião realizada às 10h do dia 2 de novembro, que contou com a presença do Serviço de Supervisão Financeira, Instituto de Segurança Financeira, associação da indústria cripto e principais empresas de ativos virtuais. O regulador vinculou a ação ao hack da Binance, datado de 30 de outubro, e reforçou requisitos de controle de acesso a sistemas, aprovação de retiradas e privilégios de administradores. As solicitações reforçam um marco regulatório de 2024 que estabelece que 80% do valor econômico dos cripto dos clientes deve ser mantido em custódia offline, cálculo baseado em quantidades e valores médios de conversão em won no ano anterior. Inspeções presenciais começaram em 28 de outubro após a Bithumb relatar vazamento de informações de funcionários.
A efetividade das novas exigências dependerá da conclusão das inspeções presenciais iniciadas em 28 de outubro de 2026 e da publicação de relatórios de conformidade das exchanges até o final de dezembro de 2026, que confirmarão se o percentual de ativos em custódia offline está sendo mantido em 80%.
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