James Lord, chefe de Estratégia de FX e Mercados Emergentes do Morgan Stanley, projeta uma queda adicional do euro em direção a US$ 1.10, citando riscos crescentes na Europa, a situação na França e a eleição brasileira. Um euro mais fraco favorece exportadores europeus e, por consequência, um dólar mais forte tende a pressionar commodities e moedas emergentes. Em um paralelo histórico, o euro desvalorizou de US$ 1.20 para US$ 1.05 em 2015, em meio à flexibilização do BCE e à crise da dívida grega. A intensidade da queda do euro dependerá da materialização dos riscos europeus e da política monetária do BCE versus o Federal Reserve, sendo crucial monitorar dados econômicos e decisões de bancos centrais.
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