O CEO da Rosatom, Alexey Likhachev, anunciou um aumento de 40% na demanda por serviços de suas estações de carregamento de veículos elétricos. Este crescimento é atribuído à busca ativa de proprietários de carros híbridos para diminuir a dependência de combustíveis fósseis. O mecanismo econômico por trás disso é a crescente eletrificação da frota automotiva, que exige uma expansão robusta da infraestrutura de recarga e maior geração de energia. As consequências diretas são o benefício para empresas de infraestrutura de VE e concessionárias de energia, além de pressionar o setor de petróleo e gás no longo prazo. Para o investidor brasileiro, o impacto é indireto, mas reforça a tese de investimento em energias renováveis e infraestrutura elétrica no país. Um paralelo histórico pode ser traçado com o boom das estações de combustível nos EUA nas décadas de 1920-30, que viu a infraestrutura crescer exponencialmente com a popularização dos automóveis a gasolina. O próximo gatilho a monitorar são os relatórios trimestrais de vendas de veículos híbridos e elétricos, bem como anúncios de investimentos em redes de carregamento. No horizonte de médio prazo, espera-se um crescimento contínuo da infraestrutura de carregamento, impulsionado por incentivos governamentais e avanços tecnológicos.
Nos próximos 6-12 meses, espera-se que a demanda por carregamento de VEs continue a crescer, com o mercado global de infraestrutura de carregamento expandindo a uma CAGR de 25-30%. Gatilhos incluem novos pacotes de incentivo à eletrificação de frotas e investimentos de grandes utilities em redes de carregamento, com empresas como EVGO potencialmente vendo um aumento de 15-20% em sua base de usuários.
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