Devo ser muito azarado. Quando leio reportagens sobre estratégias de marketing ou entrevistas com líderes do setor empresarial e financeiro contando como eles têm usado a tecnologia para lidar com os clientes, o discurso sempre aponta o caminho da segmentação, e mais recentemente, na busca pela hiperpersonalização das ofertas de serviços. A receita é usar dados, algoritmos e agora a inteligência artificial para buscar o casamento perfeito entre a oferta de produtos e serviços e o perfil do clien
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