O Nordeste deve depender menos de subsídios fiscais e de crédito ineficientes e onerosos e, em lugar disso, precisa incentivar a produtividade e a inovação. Gargalos logísticos, baixa digitalização, problemas de saneamento e um ambiente de negócios fragmentado continuam limitando o avanço da indústria e dos serviços, setores responsáveis por 86% da força de trabalho regional. Essas são algumas das conclusões do relatório “Rotas para o Nordeste: Produtividade, Empregos e Inclusão”, apresentado em
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