Na quinta‑feira, 05/11/2026, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ficou de fora da reunião convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com economistas e integrantes do governo. Segundo auxiliares do petista, a ausência decorreu do período de silêncio do Comitê de Política Monetária (Copom), que impede o presidente e os diretores do BC de fazer declarações públicas sobre a conjuntura econômica, a taxa básica de juros (Selic), o câmbio e as decisões do colegiado. O intervalo de restrição começa uma semana antes da reunião do Copom e termina uma semana depois da divulgação da decisão, que manteve a Selic em 13,75% ao ano. O encontro, chamado de última hora por Lula, reuniu o ministro da Fazenda Dario Durigan, o ex‑ministro Fernando Haddad, o ministro do Planejamento Bruno Moretti, o presidente do BNDES Aloizio Mercadante, o secretário‑executivo do Ministério do Planejamento Guilherme Melo e o ex‑ministro da Fazenda Guido Mantega, além dos economistas Laura Carvalho e Eduardo Moreira. Os participantes avaliaram que a reunião serve como primeira rodada de escuta de opiniões sobre a conjuntura econômica, sem previsão de anúncios de ajuste fiscal imediato.
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