As defesas aéreas russas reportaram a interceptação de dois 'smart bombs' e 909 drones ucranianos durante o último dia, conforme divulgado pela agência TASS, citando o comando militar. O ministério acrescentou que, desde o início da operação militar, um total de 674 aeronaves inimigas foram destruídas. Este volume de interceptações e destruições sublinha a persistência e a natureza tecnológica do conflito, elevando a demanda por sistemas de defesa aérea e tecnologias de contra-drone. O impacto chega ao Brasil de forma indireta, através do ciclo global de rearmamento que pode beneficiar a divisão de defesa da Embraer. A persistência de tais confrontos remete a períodos pós-anexação da Crimeia em 2014, quando membros da OTAN aumentaram seus gastos com defesa para atingir metas de 2% do PIB. O desfecho dependerá dos anúncios de novos pacotes de ajuda militar e da evolução das estratégias de combate, que moldarão a demanda por equipamentos defensivos e ofensivos.
A decisão sobre o desfecho deste cenário será definida pelos anúncios de novos pacotes de ajuda militar por países da OTAN e pelos relatórios de lucros de empresas de defesa, especialmente os de Q4 2026 e o guidance para 2027, que fornecerão clareza sobre a sustentabilidade da demanda.
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