O CIO da Bitwise prevê que as avaliações do mercado de criptoativos podem dobrar à medida que aplicativos e protocolos de finanças descentralizadas (DeFi) adotam programas de recompra de tokens baseados em receita. Este mecanismo econômico cria demanda orgânica para os tokens e reduz sua oferta circulante, alinhando os incentivos dos protocolos com a valorização para seus detentores. Ativos como MKR, UNI e AAVE, que já possuem ou podem implementar tais modelos, se beneficiariam, assim como ETFs como HASH11 e empresas com exposição a Bitcoin como MSTR. Para o investidor brasileiro, isso representa um potencial de valorização em reais, embora a dinâmica do USDBRL ($5.1598) possa influenciar os retornos. Este cenário guarda paralelo com a onda de recompras de ações por empresas de tecnologia tradicionais no início dos anos 2010, que impulsionou múltiplos de valuation. A monitorização de relatórios de receita e anúncios de programas de recompra em protocolos DeFi será crucial nos próximos 3-6 meses. No médio prazo, essa tendência pode profissionalizar o setor DeFi, atraindo capital mais conservador e consolidando a percepção dos tokens como instrumentos com valor fundamental.
Nos próximos 3-6 meses, se a tendência de 'revenue fever' ganhar tração, com protocolos DeFi anunciando mais programas de recompra de tokens, o mercado cripto, com BTC ($772.49) e ETH, pode ver um impulso significativo. Tokens DeFi como MKR e UNI têm potencial de valorização de 20-40% nesse período, com o Bitcoin podendo testar a resistência de $80k se o sentimento se consolidar.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real