Com a oficialização das candidaturas à Presidência, o J.P. Morgan espera que a volatilidade ganhe força nos mercados brasileiros de câmbio e juros, em um período no qual a trajetória fiscal deve se consolidar como a principal “fonte de preocupação” dos investidores. No câmbio, embora o real tenha atravessado o ciclo eleitoral até agora com resiliência, o banco vê uma combinação mais delicada à frente, ao avaliar que já existem muitas posições favoráveis à moeda brasileira e praticamente nenhum p
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