Rodion Miroshnik, enviado russo, declarou que o Ocidente impede que Kiev seja responsabilizada, o que 'encoraja terroristas a cometerem crimes'. Esta retórica agressiva indica uma ausência de desescalada e o endurecimento das posições russas em relação ao conflito na Ucrânia. O mecanismo econômico primário é o aumento do prêmio de risco geopolítico, afetando diretamente os custos de energia e a demanda por equipamentos de defesa. Consequentemente, ativos como LMT e RHM.DE podem se beneficiar, enquanto AZUL4 e UAL enfrentam pressão de custos. Para o investidor brasileiro, o impacto se traduz em um potencial aumento do custo do petróleo BRENT, afetando importadores e a inflação. Um paralelo histórico é a invasão da Ucrânia em 2022, que viu ganhos expressivos em defesa e energia. O próximo gatilho a monitorar são quaisquer declarações ou ações militares que possam indicar uma nova fase do conflito. No médio prazo, espera-se que as tensões persistam, mantendo o suporte para os setores de defesa e commodities.
Nas próximas 4-8 semanas, a persistência da retórica e ações no conflito tende a manter o prêmio de risco geopolítico, favorecendo o setor de defesa e o petróleo. LMT e RHM.DE podem registrar novas máximas de 52 semanas, enquanto o BRENT ($71.88) deve testar a resistência de $75-80/barril. Gatilhos para uma mudança de cenário seriam um cessar-fogo inesperado ou uma escalada militar significativa, afetando as projeções de custos para AZUL4 e UAL.
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