Ética não é a arte da conveniência

Um executivo é convidado a um congresso no exterior, de interesse da organização, com tudo pago por um parceiro comercial; uma executiva prefere uma decisão mais conservadora porque a alternativa colocaria seu próprio cargo em risco; um diretor avalia a aquisição de uma empresa que ampliará seu poder e lhe garantirá o pagamento integral do bônus na conclusão da compra, sem vinculação aos resultados futuros da operação. Nessas situações, a convicção de estar contribuindo para o negócio bastaria? Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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