No domingo, 25 de outubro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que solicitará a anulação da eleição presidencial após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencedor. A alegação de Flávio baseia‑se na prorrogação de duas horas da votação, decidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, devido a supostos problemas de deslocamento de eleitores. Segundo análise do professor Pedro Burgos (Insper), menos de 35 mil votos – aproximadamente 0,03% do total – foram registrados nesse período, enquanto a diferença entre os candidatos ultrapassou 4 milhões de votos. Três fontes consultadas pela Reuters, duas do TSE e uma do STF, consideram remotas as chances de sucesso da anulação, ressaltando que o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, descartou irregularidades. Especialistas como Rubens Beça (USP) concordam que a probabilidade de acolhimento é muito baixa. A defesa de Flávio não respondeu imediatamente ao contato da Reuters. Enquanto isso, líderes de diversos países, inclusive da União Europeia, México, França, Canadá, Índia e Rússia, felicitaram Lula pela vitória, mas o governo dos Estados Unidos, sob o presidente Donald Trump, permaneceu em silêncio.
O desfecho será determinado pela tramitação e decisão formal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e/ou do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido de anulação da eleição presidencial. A celeridade na rejeição do pleito, esperada dada a manifestação das fontes judiciais na notícia, consolidará a estabilidade institucional e a governança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os próximos comunicados oficiais dos tribunais serão cruciais para confirmar este cenário.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real