A análise do Bitcoin em 18 de outubro de 2026 demonstra que o ativo digital está em US$ 81.700, representando uma queda de 35% em relação ao seu recorde de US$ 126.000, registrado em 6 de outubro de 2025. Desde sua criação em 2009, o Bitcoin apresentou um crescimento expressivo, com picos de ciclo em 2011, 2013, 2017, 2021 e 2025, seguidos por correções significativas. A aprovação de ETFs spot em 2024 foi um marco relevante para o mercado. Nos últimos 12 meses, o preço teve uma queda de 24,5% a partir de US$ 108.000, com uma correção em fevereiro de 2026 influenciada pela crise EUA-Irã e rotação de capital para ações de inteligência artificial. O período de 3 meses até julho de 2026 registrou um rebound de 26% das mínimas do verão, impulsionado por um sentimento de mercado que se moveu do medo para a ganância. Contudo, o rali de setembro atingiu o topo após o Federal Reserve elevar as taxas de juros para 3,75-4,00%, e o preço tem se movido lateralmente desde então. Fatores como a inflação (CPI de agosto em 3,4%), o preço do Brent próximo a US$ 103 e a falha na votação do CLARITY Act no Senado são considerados ventos contrários. As saídas líquidas de cerca de US$ 681 milhões de ETFs spot entre 5 e 9 de outubro e a realização de lucros de aproximadamente US$ 1 bilhão em 8 de outubro também influenciaram a performance recente. O mercado aguarda a decisão do FOMC em 28 de outubro e o vencimento de opções na Deribit em 30 de outubro.
Os dados semanais de fluxo de ETFs spot de Bitcoin, divulgados às segundas-feiras, também serão cruciais para medir o interesse institucional. Além disso, o vencimento de opções na Deribit em 30 de outubro pode gerar volatilidade no mercado, dependendo das posições abertas.
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