As contas de corretagem de Donald Trump realizaram mais de 500 operações no mês de agosto, conforme uma divulgação financeira do Office of Government Ethics. Essas contas são geridas por instituições terceirizadas, indicando que o próprio Trump não foi responsável pelas decisões de compra ou venda dos ativos. As transações incluíram a venda líquida de ações da Micron Technology (MU), totalizando entre US$ 251 mil e US$ 515 mil. Em contrapartida, a maior aquisição líquida foi de ações da Meta Platforms (META), com valores entre US$ 5,1 milhões e US$ 25,3 milhões. Ambas as empresas são identificadas no relatório como ações ligadas à inteligência artificial.
O desfecho será definido pela divulgação do próximo balanço da Meta Platforms (META), agendada para 21 de outubro de 2026, que pode validar ou refutar a percepção de valor da empresa no setor de inteligência artificial. Além disso, o fluxo de notícias sobre o desenvolvimento de IA e o desempenho do setor de semicondutores nos próximos meses influenciarão a trajetória da Micron (MU) e do setor de chips.
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