Traders estão se tornando mais seletivos no mercado de dívida de mercados emergentes, uma classe de ativos de US$886 bilhões que entregou retornos significativos por mais de um ano. A principal razão para essa mudança de comportamento são as preocupações persistentes com a inflação e a volatilidade cambial, que elevam a percepção de risco. Isso pode resultar em pressão de venda para ETFs de dívida EM de ampla exposição, como o EMB, enquanto o USDBRL tende a se valorizar com a depreciação do Real. Para o investidor brasileiro, o cenário implica maior custo de capital para empresas e governos, além de uma potencial desvalorização da moeda local. Um paralelo histórico é o 'Taper Tant
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