O dólar à vista encerrou a sexta‑feira em R$ 4,98, representando um recuo semanal de 4,43% em relação à cotação de R$ 5,21 da sexta‑feira anterior, a maior depreciação desde o primeiro turno de uma eleição. Agentes financeiros reduziram o prêmio de risco dos ativos brasileiros ao considerar a hipótese de Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) vencer a disputa presidencial. Essa expectativa diminuiu a atratividade do dólar como reserva de valor, gerando venda da moeda americana e compra de reais. O efeito direto foi a queda da cotação do dólar, refletida em ETFs que replicam o índice do dólar. O desfecho dependerá do resultado da eleição presidencial, prevista para outubro de 2026, que confirmará ou reverterá a tendência de risco país.
O resultado da eleição presidencial, prevista para outubro de 2026, definirá se o risco país permanecerá reduzido ou se haverá reversão da tendência cambial.
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