Midterms nos EUA entram na reta final com disputas no Alasca e Califórnia

No dia 31 de outubro de 2026, o governo de Donald Trump solicitou uma investigação criminal sobre a disputa decisiva pelo Senado dos Estados Unidos no Alasca e afirmou que provavelmente levará à Suprema Corte sua contestação sobre milhares de cédulas enviadas pelo correio na Califórnia. No Alasca, promotores federais investigam se assessores da candidata democrata Mary Peltola ajudaram a recrutar um professor aposentado, Daniel J. Sullivan Jr., para concorrer ao cargo por ter o mesmo nome do senador republicano em exercício, Dan S. Sullivan. A disputa é considerada crucial para as esperanças dos democratas de conquistar o Senado na votação desta terça‑feira (3). A eleição de meio de mandato conta com 435 disputas pelo Senado e todas as 435 cadeiras da Câmara, que decidirão se os republicanos de Trump manterão o controle do Congresso durante seus dois últimos anos no cargo. Mais de 51 milhões de norte‑americanos já votaram pessoalmente ou pelo correio, de acordo com o Laboratório Eleitoral da Universidade da Flórida, acima dos quase 46 milhões que votaram antes do dia da eleição nas últimas eleições de meio de mandato, em 2022. Na Califórnia, um tribunal federal de apelações decidiu, por 2 a 1, que o Departamento de Justiça não conseguiu justificar seu pedido de emergência para forçar o Estado a descartar votos por correspondência de mais de 20 mil eleitores registrados que, segundo o governo, provavelmente não são cidadãos.

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