Em 05/11/2026, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, decidiu extinguir o processo que buscava a quebra de sigilo de dados de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL). O pedido havia sido iniciado durante a corrida eleitoral, após Lula desafiar Flávio a abrir seus sigilos no primeiro debate presidencial antes do segundo turno. O Ministério Público Eleitoral (MTE) recomendou a extinção, argumentando que a escolha de divulgar ou não informações é prerrogativa dos candidatos e cabe ao eleitor avaliá‑la. A decisão foi publicada na quarta‑feira, 04/11/2026, e a ação foi protocolada pelo partido Novo. Entre 20 e 22 de outubro, Lula e Flávio apresentaram petições ao TSE solicitando a abertura de seus sigilos bancários, telefônicos e fiscais, bem como dos familiares, condicionada à reciprocidade do adversário. Lula anunciou, em 18 de outubro, a intenção de abrir seus sigilos e dos cinco filhos, e Flávio, em 21 de outubro, aceitou o desafio, pedindo novas condições para a quebra dos últimos 20 anos.
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