‘A conta não fecha’: o desafio de remunerar quem mantém a floresta em pé na Amazônia

“O produto é muito barato para a comunidade e muito caro para a empresa.” A frase resume, segundo Luiz Brasi, gerente de Sociobioeconomia do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), um dos principais desafios para fazer a sociobioeconomia ganhar escala na Amazônia: remunerar adequadamente quem produz sem derrubar a floresta. Em entrevista ao Um Só Planeta durante o Encontrão Origens Brasil, realizado nesta semana em Belém, Brasi detalhou as iniciativas que o Imaflora v

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