F1: Bitcoin recuou para US$ 82 mil depois que o relatório de agosto dos EUA mostrou leve redução nas vagas de trabalho e a inflação ainda é vista como alta pelos consumidores. F2: O medo de inflação mantém viva a expectativa de juros mais rígidos, reduzindo o apetite por ativos de risco como o cripto. F3: Essa pressão deve refletir em queda tanto no preço à vista quanto nos ETFs que replicam o ativo. F4: Investidores brasileiros sentem o impacto no par BTC/BRL e em fundos de cripto que acompanham o preço. F6: Em outubro de 2023, queda similar de 5,2% no cripto após CPI dos EUA provocou retração de 6,8% no principal ETF de Bitcoin. F7: O próximo relatório de emprego nos EUA servirá de gatilho para nova movimentação. F8: No médio prazo, inflação persistente pode levar o cripto a testar US$ 78 mil, enquanto alívio inflacionário abre caminho para recuperação rumo a US$ 85 mil.
Se os próximos dados de emprego reforçarem a pressão inflacionária, o Bitcoin pode testar US$ 78 mil nos próximos 1‑2 semanas; se houver alívio inflacionário, recuperação para US$ 85 mil é plausível em 3‑4 semanas.
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