Carteiras de Bitcoin que permaneceram inativas por mais de 10 anos registraram uma movimentação de US$40 milhões em um período de 10 dias este mês, um ritmo raramente observado em 2026, segundo a Galaxy Research. Esta 'ativação' de moedas antigas geralmente indica que detentores de longo prazo (LTHs) estão capitalizando ganhos significativos, aumentando a oferta disponível no mercado e potencialmente gerando pressão de venda. Para o investidor brasileiro, essa movimentação pode levar a uma maior volatilidade em ETFs de cripto como HASH11 e BITH11, e influenciar o apetite por risco em ativos de maior beta. A reação institucional tende a ser de cautela, com fundos monitorando a continuidade dessas saídas para calibrar suas estratégias de alocação de risco. Movimentos similares foram observados em 2017 e 2021, quando picos de preços levaram a realizações de lucro por detentores antigos, resultando em correções de mercado de 20-30% nos meses seguintes. A persistência ou aceleração dessas movimentações nas próximas semanas será um gatilho crucial para avaliar a sustentação do preço do BTC ($77,887 atualmente) e a direção do mercado. No médio prazo (3-6 meses), um fluxo contínuo pode estabelecer um novo patamar de preço para o Bitcoin, enquanto um retorno à inatividade indicaria um absorção da oferta por novos compradores institucionais.
Nas próximas 2-3 semanas, o mercado de Bitcoin ($77,887) deve permanecer sob escrutínio. Um gatilho para aprofundamento da queda seria a continuidade ou aceleração da movimentação de carteiras antigas, especialmente se mais de US$100 milhões forem transacionados. Se a demanda institucional não absorver essa oferta, o BTC pode testar o suporte de US$70.000. No médio prazo (1-2 meses), a absorção sustentada da oferta seria necessária para retomar a confiança e evitar uma correção mais profunda, mas o viés permanece cauteloso.
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