As Forças Armadas do Iêmen, via brigadeiro-general Yahya Saree, declararam ter lançado ataques com mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones contra instalações da Saudi Aramco e outras infraestruturas 'sensíveis' na capital saudita, Riad. Este ataque representa uma escalada direta nas tensões regionais, ameaçando a estabilidade da oferta global de petróleo e elevando o prêmio de risco geopolítico. Para o investidor brasileiro, a alta do petróleo pode impactar a inflação e a taxa de câmbio (USDBRL), além de favorecer a Petrobras. Eventos históricos, como os ataques de 2019 às instalações de Abqaiq e Khurais, resultaram em um salto de 15-20% nos preços do petróleo, servindo como um paralelo relevante. Os próximos gatilhos a observar incluem a resposta da Arábia Saudita e dos EUA, e a extensão de quaisquer danos à infraestrutura de produção de petróleo. No médio prazo, a persistência de tais ataques pode manter um patamar elevado para os preços do petróleo e a demanda por equipamentos de defesa.
Nos próximos 24-48 horas, espera-se que o Brent ($99.29) teste a resistência de $100-103/barril. Se houver confirmação de danos significativos ou retaliação, o petróleo pode subir para $105-108 nas próximas 1-2 semanas.
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