Gestor do Itaú recomenda ainda pegar o bonde do S&P500

A expectativa do gestor é de que o fluxo de capital para tecnologia e inteligência artificial continue impulsionando a demanda por ações dos EUA, sustentando um desempenho superior do S&P500. Esse cenário eleva a atratividade de ETFs que replicam o índice, como o SPY, ao mesmo tempo que reduz o apelo da renda fixa representada por ETFs de títulos, como o TLT. O movimento de capital pode gerar pressão de compra nos ativos de equity e venda nos de bond, refletindo uma rotação de risco. Para investidores brasileiros, a tendência indica maior exposição ao dólar e às equities americanas, com potencial impacto nas carteiras de renda fixa doméstica. Bancos e gestores de fundos globais já demonstram realocação de posições, reforçando a visão de que o mercado acionário está em fase de alta relativa. Historicamente, períodos de forte investimento em IA, como o final de 2023, geraram retornos expressivos para o S&P500. O gatilho futuro será a divulgação de resultados de grandes empresas de tecnologia, que validarão a continuidade da tendência. No médio prazo, a expectativa é de que a rotação continue, favorecendo equities e penalizando títulos de renda fixa.

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