A BlackRock registrou um aumento significativo em seu lucro, impulsionado pela expansão dos ativos sob gestão (AUM). O AUM da gestora global atingiu US$15,49 trilhões, um aumento de US$2,03 trilhões em relação aos US$13,46 trilhões do ano anterior. O crescimento do AUM eleva as taxas de administração cobradas pela BlackRock, que são uma parcela fundamental de sua receita e, consequentemente, de seu lucro. A resiliência dos mercados, conforme mencionado na notícia, contribuiu para a valorização dos ativos e a captação de novos recursos. Este cenário beneficia diretamente a própria BlackRock, cujas ações são negociadas sob o ticker BLK, ao aumentar sua base de receita. Durante o ciclo de alta pós-crise financeira de 2008, gestoras de ativos viram seu AUM crescer significativamente, com a BlackRock expandindo de US$3,3 trilhões em 2012 para US$6,3 trilhões em 2017, impulsionada por ETFs e fundos passivos. A sustentabilidade do crescimento da BlackRock dependerá da continuidade dos fluxos de entrada e da valorização dos portfólios globais.
A sustentabilidade do crescimento do lucro da BlackRock dependerá dos próximos relatórios de fluxo de capital para a indústria de gestão de ativos e da performance dos índices de mercado, com o próximo relatório de inflação ao consumidor dos EUA (CPI) em 14 de outubro e a decisão do FOMC em 28 de outubro sendo eventos chave.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real