A redução da dependência de barragens para disposição de rejeitos tornou-se uma das principais questões de engenharia da mineração brasileira. O movimento, acelerado pelas mudanças regulatórias dos últimos anos, trouxe uma nova discussão para as mineradoras: como fazer com que alternativas de disposição sejam não apenas tecnicamente possíveis, mas capazes de operar nos volumes, custos e índices de disponibilidade exigidos por grandes projetos. Ao fim de 2025, o Brasil ainda mantinha 45 barragens
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