F1: Ibovespa Futuro recuou após o preço do petróleo subir, reflexo de um impasse diplomático no Irã, enquanto pesquisas do BTG/Nexus apontam aumento da vantagem de Lula nas eleições presidenciais. F2: O aumento do preço do crúdeo eleva a expectativa de receita para empresas de exploração e refino, mas eleva custos de combustível para companhias aéreas e de transporte, pressionando margens. F4: Para o investidor brasileiro, o cenário indica pressão de baixa no IBOV e no real, com possível aumento da volatilidade nos próximos dias. F6: Em 2022, a escalada de preços do petróleo por tensões no Oriente Médio provocou queda de ~2% no Ibovespa, com PETR4 subindo 5% e companhias aéreas recuando 4%. F7: Monitorar a evolução do preço do Brent e eventuais anúncios de sanções ao Irã; também observar a definição do calendário eleitoral brasileiro nas próximas semanas. F8: No médio prazo, se o petróleo estabilizar e a corrida eleitoral se clarificar, espera‑se recuperação parcial das equities, porém a volatilidade permanecerá elevada.
A definição do calendário eleitoral nas próximas semanas será gatilho adicional para volatilidade do IBOV.
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