De 2020 a 2025 o custo das baterias caiu de R$ 3,97 para R$ 1,88 por Wh, representando 53% de redução, mas a projeção para 2030 indica preço de R$ 1,34 por Wh, apenas 23% abaixo de 2025, mostrando desaceleração no ritmo de queda. Esse abrandamento decorre da saturação de ganhos de escala, aumento dos custos de matérias‑primas e limites de eficiência tecnológica, o que eleva o custo de capital dos projetos de armazenamento. O impacto chega ao investidor brasileiro via maior CAPEX nos projetos de energia renovável, refletindo em menores retornos esperados e possível revisão de planos de expansão. A notícia não traz reações imediatas de gestores ou fundos, limitando a análise a efeitos estruturais. Um paralelo histórico é a queda de cerca de 89% nos custos das baterias de íon‑lítio entre 2010 e 2020, que impulsionou um aumento de 30% na capacidade de armazenamento instalada nos EUA em 2015. O próximo gatilho a observar é a atualização anual da consultoria em 2024, que confirmará se a tendência de desaceleração se mantém.
A atualização anual da consultoria em 2024, prevista para o segundo semestre, confirmará se a desaceleração dos custos de baterias persiste, definindo o ritmo de investimento em storage nos próximos anos.
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