A administradora de shoppings Allos divulgou que o lucro líquido do 3º trimestre foi de R$ 291,3 milhões, representando um aumento de 131,4% em relação ao lucro de R$ 126,9 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. As receitas da companhia totalizaram R$ 731,1 milhões, alta de 7,8% em um ano. O custo dos bens e serviços vendidos foi de R$ 158,3 milhões, queda leve de 1,7%. O lucro bruto da Allos no trimestre foi de R$ 572,8 milhões, 10,7% superior ao resultado do terceiro trimestre de 2025. O Ebitda ajustado ficou em R$ 580,1 milhões, crescimento de 20,9%. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 140,3 milhões, leve piora de 1,1% ao ano. Em nota que acompanhou o balanço, a administração da Allos destacou que o terceiro trimestre de 2026 foi de aceleração dos resultados, citando crescimento de receitas, controle das despesas e contribuição crescente das verticais de mídia e desenvolvimento imobiliário como fatores que levaram o Ebitda e o fluxo de caixa operacional a crescerem acima de 20% em relação ao terceiro trimestre de 2025. No trimestre, as vendas dos shoppings administrados pela Allos cresceram 3,8% no ano (desconsiderando o Shopping Tijuca), atingindo R$ 9,8 bilhões no trimestre. O indicador de vendas mesmas lojas fechou em 2,7%, com destaque para os segmentos de conveniência, serviços e lazer, com indicador de 10,3% e alimentação, com 7,3%. Em setembro, o crescimento das vendas já foi na casa dos 6%. Ao final de setembro, a Allos tinha uma dívida líquida de R$ 4,04 bilhões, com alavancagem (dívida líquida/Ebitda) em 1,8 vez.
A definição do desfecho dependerá da divulgação dos resultados do próximo trimestre (4º trimestre 2026) e da evolução da dívida líquida, que será detalhada no relatório de resultados a ser publicado em fevereiro de 2027.
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