A Bernstein, renomada casa de análise, projeta que o Bitcoin (BTC) alcançará US$125.000 até o final de 2026, antes de atingir US$300.000 em 2029 em seu cenário base, com um cenário otimista de US$500.000. Este prognóstico se baseia na crescente adoção institucional, entrada de capital via ETFs de Bitcoin spot e a dinâmica dos ciclos de halving. Consequentemente, ativos digitais como ETH, juntamente com empresas de capital aberto com exposição a Bitcoin como MSTR e mineradoras como MARA, podem experimentar valorização significativa. Para o investidor brasileiro, o impacto pode ser sentido através da valorização indireta de fundos de criptoativos e do efeito sobre o câmbio BRL/USD em um cenário de apetite global por risco. Historicamente, ciclos de alta do Bitcoin, como o de 2021, viram picos de preços seguidos por correções acentuadas, exigindo cautela. O próximo gatilho a monitorar é a evolução dos fluxos de capital nos ETFs de Bitcoin e o cenário macroeconômico global, especialmente as decisões de política monetária do Fed. No médio prazo, a sustentação dos níveis atuais de preço do BTC ($78.404) é crucial para a validação dessas projeções.
Nas próximas 4-6 semanas, o Bitcoin ($78.404 hoje) pode testar a resistência de US$80.000-82.000, impulsionado pelo sentimento positivo da projeção. Se os fluxos em IBIT e outros ETFs se mantiverem fortes, o BTC pode consolidar acima de US$80.000. No médio prazo, até o final de 2026, o caminho para US$125.000 dependerá da ausência de choques regulatórios e da continuidade da demanda institucional. O principal gatilho de aceleração seria um corte de juros pelo Fed, enquanto um aumento inesperado da inflação representaria um risco significativo.
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