O ouro está próximo da mínima de sete semanas, registrando queda acentuada. O impasse entre Estados Unidos e Irã no Estreito de Hormuz mantém os preços do petróleo elevados, elevando os custos de energia global. Esses custos reforçam a pressão sobre o Federal Reserve para acelerar o ciclo de aperto monetário. Taxas mais altas reduzem o apelo de ativos sem rendimento, puxando os ETFs de ouro para baixo. Simultaneamente, as companhias de energia se beneficiam da alta do petróleo, registrando valorização. Para investidores brasileiros, a desvalorização do ouro diminui a proteção cambial e afeta fundos que mantêm exposição ao metal. O próximo encontro do Fed será monitorado como gatilho para confirmar a trajetória de taxas; uma desescalada no Golfo pode reverter o movimento do ouro.
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