Os juros futuros voltam a avançar no começo do pregão desta quinta-feira, chegando ao sexto pregão seguido de alta na maioria dos vértices da curva a termo. O aumento dos preços do petróleo - que já se aproximam da marca de US$ 100 por barril - é, novamente, o fator que pressiona não apenas as taxas domésticas, como a renda fixa no mundo todo. A ausência de sinais de que as tensões entre Estados Unidos e Irã podem arrefecer gera uma ampla aversão a risco e afeta as perspectivas inflacionárias do
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