A iniciativa de criação de uma reserva de Bitcoin pelos EUA encontrou um obstáculo significativo, com agências federais debatendo sobre o controle e as implicações legais. Este relatório surge após comentários de Patrick Witt, conselheiro de cripto da Casa Branca, em maio, indicando que a administração estava examinando a viabilidade jurídica do projeto. A indefinição cria um ambiente de incerteza regulatória, potencialmente atrasando a adoção institucional e a legitimação do Bitcoin como um ativo de reserva soberano. Consequentemente, ativos digitais como BTC e ETFs de Bitcoin como IBIT e FBTC podem sofrer pressão de venda no curto prazo. O Real brasileiro e o Ibovespa podem sentir um impacto indireto via aversão global a risco em ativos emergentes, embora limitado. Um paralelo histórico pode ser visto nos debates sobre a Lei de Reserva de Ouro de 1934 nos EUA, que redefiniu o papel do ouro na política monetária. O próximo gatilho será qualquer comunicado oficial ou vazamento sobre a resolução da disputa entre as agências. No horizonte de médio prazo, a criação ou não de tal reserva moldará significativamente a narrativa de Bitcoin como ativo de reserva global.
Nas próximas 2-4 semanas, a falta de clareza sobre a reserva de Bitcoin nos EUA provavelmente manterá o BTC e seus proxies (MSTR, ETFs) sob pressão, com o BTC testando a região de $68k. O principal gatilho de reversão seria um anúncio oficial de progresso no debate regulatório. No médio prazo (2-3 meses), se a resolução for negativa, o BTC pode consolidar em um patamar inferior, enquanto uma resolução positiva poderia desencadear um rally significativo acima de $75k.
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