Na quinta sessão consecutiva de perdas, o Ibovespa (IBOV) terminou em 167.921,80 pontos, queda de 0,75% ao final do dia 30 de outubro. O recuo acumulado na semana foi de 18,12%, o pior desempenho desde março de 2020, e o índice já havia registrado perda mensal de 9,88%, a maior desde junho de 2022. O dólar à vista encerrou a negociação a R$ 5,4443, alta de 1,05%, seu maior fechamento desde 30 de dezembro de 2025, e acumulou valorização de 9,04% na semana, a maior alta semanal desde outubro de 2008. Magazine Luiza (MGLU3) liderou a alta do Ibovespa com 4,29% (R$ 5,35). As blue chips reduziram perdas e as ações de commodities fecharam em alta; Vale (VALE3) subiu 3,28% (R$ 62,02) enquanto o contrato futuro de minério de ferro para janeiro recuou 1,18% a US$ 100,87 na Bolsa de Dalian. As ações da Petrobras (PETR4; PETR3) tiveram movimentos mistos, com PETR3 em alta de 1,61% (US$ 60,01) e PETR4 avançando 0,98% (R$ 52,71). O Índice Financeiro (IFNC) caiu 2,75%, refletindo a pressão sobre o setor bancário. Usiminas (USIM5) liderou a ponta negativa, recuando 8,59% (R$ 5,00) após divulgação de balanço abaixo do esperado no 3º trimestre. Nos Estados‑Unidos, os principais índices de Wall Street fecharam em baixa, com o Nasdaq registrando sua pior queda diária desde junho e o Nasdaq encerrando o mês com queda de 5,3%, a maior desde março de 2025.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real