Iran reiterou que a reabertura do Estreito de Hormuz só ocorrerá se os EUA cessarem atos de agressão, encerrarem o bloqueio naval e liberarem ativos iranianos, enquanto mais petroleiros foram atingidos na região. O risco de interrupção da principal rota de transporte de petróleo eleva a percepção de escassez, pressionando os preços globais do Brent. Historicamente, ataques ao Hormuz em 2019 elevaram o Brent cerca de 5% em duas semanas, gerando movimentos semelhantes nos mercados de defesa e ouro. O gatilho futuro será a ocorrência de um incidente que force o fechamento parcial ou total do estreito ou a negociação bem‑sucedida das condições iranianas. O desfecho dependerá de se o Irã aceitará as concessões dos EUA, da resposta naval americana e das decisões da OPEP sobre a oferta de petróleo.
As negociações entre Irã e EUA sobre as condições de reabertura, acompanhadas de relatórios de incidentes marítimos no Hormuz e das decisões de produção da OPEP.
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