Aditya Birla Sun Life Asset Management, um dos maiores gestores de fundos da Índia, declarou que acredita na recuperação dos lucros corporativos como motor de valorização da bolsa local. A lógica macroeconômica é que lucros mais altos aumentam o EPS, elevam múltiplos de valuation e atraem novos investidores, ampliando o fluxo de recursos para ações. O canal de transmissão para investidores brasileiros passa pelos ETFs internacionais que replicam o índice indiano, afetando o BRL ao refletir fluxos de capital para mercados emergentes. Não há registro de reações imediatas de gestores ou fundos na fonte. Um paralelo histórico ocorreu em 2009, quando a retomada dos earnings na Índia impulsionou o Sensex em torno de 30% ao longo do ano. O gatilho futuro será o próximo ciclo de divulgação de resultados corporativos na Índia, previsto para os próximos meses. O que definirá o desfecho são os dados efetivos de earnings das empresas indianas e o volume de alocação dos fundos de equity emergente.
O desfecho dependerá dos resultados efetivos de earnings das empresas indianas no próximo trimestre e do volume de alocação de fundos emergentes para o ETF INDA.
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