Em entrevista, o governador do Federal Reserve, Daly, declarou que a necessidade de novos aumentos da taxa Selic americana dependerá da ocorrência de choques econômicos inesperados. Essa posição impacta diretamente o custo de crédito, os spreads bancários e os rendimentos dos títulos públicos, pois expectativas de juros mais altos elevam a atratividade de ativos de renda fixa. Não há relatos de reações imediatas de gestores ou fundos ao comentário. Em 2018, sinais de endurecimento do Fed elevaram os rendimentos dos Treasuries de 10 anos em cerca de 80 pontos base, impulsionando o preço de ETFs de títulos. O próximo ponto de decisão será a reunião do Fed em 4 de novembro de 2026, quando a política será ajustada conforme a presença ou ausência de choques. O desfecho dependerá da materialização desses choques e da resposta do Fed na reunião, definindo se haverá novos aumentos de juros.
A decisão do Fed em 4 de novembro de 2026 definirá se haverá novos aumentos de juros, dependendo da materialização de choques econômicos e dos dados de inflação e emprego publicados antes da reunião.
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