Funcionários de saúde dos Estados Unidos, sob a administração Trump, estão tentando resolver um impasse regulatório que surge quando sistemas de inteligência artificial realizam funções clínicas, como a prescrição de medicamentos. Enquanto os estados mantêm a autoridade sobre a prática da medicina e a concessão de licenças a profissionais, a Food and Drug Administration (FDA) teria jurisdição sobre esses sistemas caso operem sem supervisão humana, classificando‑os como dispositivos médicos. O governo federal, por meio da FDA e dos Centros de Serviços Medicare & Medicaid (CMS), busca reduzir o ônus regulatório e estabelecer novos modelos de pagamento para incentivar a adoção da IA na saúde, mas o conflito de competências entre federação e estados ainda persiste.
A decisão de regulamentação do FDA sobre dispositivos de IA sem supervisão humana, prevista para ser divulgada no próximo trimestre, definirá se o conflito entre federação e estados será resolvido. Paralelamente, o CMS deve publicar diretrizes de pagamento para esses dispositivos no próximo relatório de política de saúde.
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