A Vibra fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 2,46 bilhões, o que significou um crescimento de 504% na comparação com os R$ 407 milhões de igual período do ano passado. A companhia, que divulgou nesta quarta-feira (4) o resultado do período, informou ainda que a receita de vendas foi de R$ 56,683 bilhões entre julho e setembro, alta de 17% ante os R$ 48,423 bilhões de igual período de 2025. Confira os resultados e indicadores da Vibra e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado ficou em R$ 4,288 bilhões no terceiro trimestre, um crescimento de 137% ante os R$ 1,806 bilhão do terceiro trimestre de 2025. No balanço, a companhia destacou que o ambiente menos ofertado devido aos altos preços internacionais dos combustíveis, somado aos avanços no combate às irregularidades no setor, “seguiu reforçando a proposta de valor da Vibra”. “Na rede de postos, a segurança do abastecimento, a capilaridade logística e a qualidade dos combustíveis comercializados refletiram-se no embandeiramento de 210 novos postos no trimestre, atingindo 595 novos postos nos primeiros 9 meses do ano, totalizando 191 unidades a mais que nos 12 meses de 2025”, frisou a empresa. Em termos de vendas, a empresa negociou em sua rede de postos, no terceiro trimestre, o volume de 6,087 bilhões de litros no terceiro trimestre, um avanço de 6% ante os 5,756 bilhões de litros de igual período do ano passado. Essas vendas geraram uma receita líquida ajustada na rede de postos de R$ 32,146 bilhões, 11% a mais que em igual período de 2025. Esse crescimento das vendas, em volume, foi impulsionado pela alta de 21% na comercialização de etanol e no avanço de 5% nas vendas de gasolina. No segmento de B2B, a Vibra vendeu 3,525 bilhões de litros no terceiro trimestre, alta de 1% ante o terceiro trimestre do ano passado. Com isso, a receita líquida ajustada do segmento subiu 30%, para R$ 23,354 bilhões. A dívida líquida da Vibra encerrou o terceiro trimestre em R$ 14,4 bilhões, 10% abaixo do fechamento do trimestre anterior, uma redução de R$ 1,7 bilhão.
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