A Ucrânia retomou seus ataques a refinarias russas, com uma ofensiva contra uma instalação na região de Ryazan, conforme afirmou o governador regional. Esta ação ocorre após o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressar indignação com a suspensão, considerada "perigosa", do fornecimento de informações de inteligência pelos Estados Unidos. A retomada dos ataques quebra o cessar-fogo no setor energético anunciado de surpresa por Donald Trump no domingo anterior, período durante o qual Kiev vinha evitando tais ofensivas. No Brasil, o aumento dos preços globais do petróleo eleva os custos de importação de combustíveis, impactando a inflação e a taxa de câmbio (USDBRL), e afetando as políticas de preços da Petrobras. Historicamente, ataques a infraestruturas petrolíferas, como os da Arábia Saudita em 2019, levaram a picos de preço do Brent, com alta de cerca de 15% em um único dia. A extensão dos danos às refinarias russas e a resposta da Rússia são os próximos pontos a monitorar. O desfecho dependerá da capacidade russa de reparar os danos e da evolução da política de apoio de inteligência dos EUA à Ucrânia.
O desfecho será definido pela extensão real dos danos às refinarias russas, que impactará a capacidade de produção e exportação de derivados, e pela evolução das relações entre EUA e Ucrânia quanto ao apoio de inteligência. Acompanhar a próxima reunião da OPEP+ e os relatórios de estoques globais de petróleo será crucial.
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