O economista Saifedean Ammous, autor de "O Padrão Bitcoin", defendeu o Bitcoin como forma de dinheiro, citando o cálculo do brasileiro João Paulo Mayall. Este cálculo revela que a volatilidade do Bitcoin em relação ao ouro diminuiu de 9,4 vezes em 2018 para apenas 1,52 vezes atualmente. A redução da volatilidade é um fator crucial para a aceitação de um ativo como meio de troca e reserva de valor, pois o torna mais previsível e menos arriscado para transações e armazenamento de riqueza. Essa percepção de maior estabilidade pode influenciar a visão de investidores institucionais e de varejo sobre o BTC, potencialmente incentivando maior alocação. A menção de instituições financeiras como Fidelity e Schwab ao lado da defesa do Bitcoin por Ammous e Mayall sugere uma crescente aceitação e validação do ativo por players tradicionais do mercado. O desfecho dependerá da capacidade do Bitcoin de manter essa estabilidade relativa ao longo do tempo e de sua aceitação crescente por governos e grandes corporações como uma alternativa viável ao dinheiro fiduciário.
O desfecho dependerá da manutenção da volatilidade do Bitcoin em níveis reduzidos e da progressiva aceitação de suas propriedades monetárias por reguladores e grandes corporações, com dados de adoção institucional e regulamentação sendo monitorados.
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