Solar + BESS reduzem custos 40% no Brasil

O estudo da McKinsey indica que o Firm LCOE da energia solar com BESS no Brasil pode cair de US$ 65/MWh para US$ 39/MWh até 2035, redução de até 40% nos custos operacionais. A diminuição do custo de geração eleva a competitividade da energia solar frente a fontes térmicas, ampliando a demanda por projetos de geração e armazenamento de energia. Para investidores locais, a queda do LCOE favorece a valorização das ações de renováveis e pode reduzir a atratividade de papéis ligados a petróleo e combustíveis. Analogamente, a Alemanha viu seu LCOE solar cair cerca de 30% entre 2010 e 2020, resultando em 25% de aumento na capacidade instalada. O próximo gatilho será a publicação oficial de incentivos fiscais para BESS prevista para o primeiro semestre de 2027. No médio prazo, espera‑se que as renováveis ganhem participação de mercado, impulsionando ações de geração limpa, enquanto o setor de combustíveis pode entrar em fase de consolidação.

Análise

Gatilho: aprovação de incentivos fiscais para BESS no primeiro semestre de 2027.

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