Em 05/11/2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acatou uma ação do Partido Novo que aponta abuso de poder político e econômico por parte da chapa Lula-Alckmin nas eleições de 2026. A decisão foi tomada por determinação do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, conforme confirmado pelo jornal Folha de S. Paulo. O Novo apontou 35 medidas do governo, como o reajuste do Bolsa Família e a ampliação do subsídio aos combustíveis, como possíveis instrumentos eleitoreiros. Entre os contratados para a campanha está um ex-funcionário de Eduardo Bolsonaro, e o encontro não constou na agenda oficial do presidente. Além dessa ação, o TSE vai julgar 28 Investigações Judiciais Eleitorais (AIJE) envolvendo Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo consulta pública ao banco de dados do TSE, a campanha de Lula tem 15 procedimentos em análise, com 13 ações protocoladas pela equipe de Flávio Bolsonaro e duas pelo Novo, enquanto Flávio Bolsonaro tem 14 processos em aberto, nove dos quais protocolados pela campanha de Lula.
A decisão do TSE em aceitar a ação do Partido Novo define o desfecho imediato desse processo regulatório. O próximo evento decisivo será o julgamento das 28 Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) relacionadas a Lula e Flávio Bolsonaro, que ocorrerá nas próximas semanas. O resultado desses julgamentos, previsto para data não divulgada, determinará se haverá sanções, multas ou outras medidas que afetarão a campanha e a percepção de legitimidade.
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