No limite da incerteza: como lidar com uma IA que age e decide

Lia Parente, da ACBrasil: governança de IA será tão vital quanto a financeira Divulgação A inteligência artificial (IA) passou de um patamar em que o usuário basicamente “conversava com o agente” para uma tecnologia de “agentes autônomos” que, além de reagir, também atua e toma decisões. Por isso, a governança passa a ser mandatória para evitar riscos e garantir condições seguras aos diferentes fins e usuários. Isso vale para os casos de setores específicos em que IA é o próprio serviço inovador

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