O Bitcoin rompeu a barreira dos US$ 65.000 na manhã desta quarta-feira (15), alcançando seu maior valor nas últimas três semanas, com o Ethereum, BNB e XRP seguindo a tendência de alta. A principal catalisador para esta retomada é a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos que vieram abaixo das projeções, sinalizando uma possível moderação na postura do Federal Reserve. Este ambiente macroeconômico favorece ativos de risco como BTC e ETH, e seus veículos de investimento como ETFs spot. Para o investidor brasileiro, a desvalorização do DXY ($100.71) e a queda do USDBRL ($5.0799) tornam a aquisição de criptoativos em dólar mais atrativa, incentivando o fluxo para ETFs locais como HASH11. Historicamente, em 2023, dados de CPI mais brandos em outubro e novembro desencadearam ralis de 20-30% no Bitcoin nos meses seguintes. O próximo gatilho importante a monitorar será a reunião do FOMC, onde o Fed poderá sinalizar futuras decisões de política monetária com base na continuidade da desinflação. No médio prazo (3-6 meses), a sustentação da desinflação pode impulsionar o Bitcoin a testar novas resistências, contudo, qualquer reversão nos dados macroeconômicos pode gerar volatilidade.
O Bitcoin ($65,349 hoje) tem alta probabilidade de consolidar acima de US$ 65.000 e testar US$ 68.000-70.000 nas próximas 2-4 semanas, impulsionado pela continuidade dos dados de desinflação. Um CPI mais alto do que o esperado em futuras divulgações pode, contudo, causar um recuo para a faixa de US$ 62.000, testando o suporte imediato.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real